Fazer doces de fruta com pouco açúcar
O que fazer a tanta maçã, pêssegos, abrunhos, marmelos, e ameixas? Doces de fruta para o pequeno-almoço ou lanche, no pão, na fatia de bolo ou como recheio de um bolo enrolado. Para além de aproveitarmos fruta com mais sabor, podemos fazer doces menos habituais, como os de melão, figo, tomate ou abóbora.
Outra grande vantagem é que podemos controlar a quantidade de açúcar do doce. Tradicionalmente, usa-se 1kg de açúcar para 1kg de fruta. É perfeitamente suficiente usar reduzir para metade essa quantidade, ou seja 500g de açúcar para 1kg de fruta, sobretudo se for doce como os abrunhos/ameixas, o tomate maduro ou o melão.
Se o doce vai ser consumido em poucas semanas, pode até deixar-se o doce mais líquido. O doce não precisa atingir o famoso "ponto de estrada" - quando se passa a colher de pau pelo meio do doce, consegue-se ver o fundo da panela, pois o doce está suficientemente espesso para se manter afastado e vê-se o risco que a colher deixa como se fosse uma estrada. Não deixar o doce tão espesso tem a vantagem de ser mais rápido de se fazer, por não precisar de cozer tanto tempo.
Para que não fique líquido demais, use gelatina. É difícil calcular a quantidade, mas também não precisa de ser muito exacto. É preciso um terço das folhas do que para uma gelatina normal. Ou seja, para gelificar 1l de água, seriam precisas 12 folhas. Se estimar que tem 1l de doce, deve usar 4 folhas demolhadas em água fria durante 10 minutos, espremidas, e juntar ao doce ainda quente antes de o colocar nos frascos. Para os que fazem compras na cadeia alemã de supermercados "Aldi", há um açúcar próprio para doces, que já tem a gelatina em pó incluída. Chama-se Gelierzucker 2:1. Ainda não tive a oportunidade de experimentar, mas deve ter instruções na embalagem.
Algumas frutas precisam mesmo da gelatina, senão os doces ficam sempre líquidos. É o caso do morango, da framboesa e amora. Outros nunca precisam, pois são ricos em pectina, uma gelatina vegetal. É o caso dos marmelos, maçãs e pêras.
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